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24 agosto 2015

Crédito imobiliário tem queda de 42,7% em relação a julho de 2014

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credito imobiliario

Em julho de 2015, o volume de empréstimos SBPE (Sistema Brasileiro de
Poupança e Empréstimo) para aquisição e construção de imóveis somou R$
5,96 bilhões, uma alta de 1,4% em relação ao mês anterior. Na comparação
com o mesmo período do ano passado, no entanto, queda foi de 42,7%.
Dados são da ABECIP, a Associação Brasileira das Entidades de Crédito
Imobiliário e Poupança. 

Entidade credita o mau desempenho do
setor à difícil conjuntura econômica vivida pelo Brasil. "O ambiente
econômico mais  complexo, com  juros  em patamar  elevado, ainda é uma
barreira para a captação de novos recursos da poupança, que serve de
funding para os financiamentos imobiliários, tornando mais seletiva a
oferta de crédito desde maio deste ano", afirma a ABECIP em nota.

No
primeiro semestre de 2015, foram destinados R$ 50,7 bilhões para a
aquisição e a construção de imóveis, montante 20% inferior ao apurado no
mesmo período do ano passado. Em 12 meses, até julho, o volume de
empréstimos para aquisição e construção de imóveis com recursos das
cadernetas de poupança do SBPE alcançou o montante de R$ 100 bilhões,
queda de 11,7% em relação ao apurado nos 12 meses precedentes.

Nos
primeiros sete meses deste ano, foram financiados 227,9 mil imóveis,
queda de 25,8% em relação a igual período de 2014. Nos últimos 12
 meses, até julho, foram financiados 459,3  mil unidades, o  que
representa um recuo de 15,6% em relação aos 12 meses precedentes.

"As
sucessivas elevações da taxa básica de juros desde o último trimestre
de 2014 alteraram as condições de competitividade das diversas
aplicações financeiras, favorecendo os produtos concorrentes das
cadernetas de poupança, especialmente os que têm na Selic o referencial
de remuneração. Com isso, registraram-se saídas líquidas de recursos do
SBPE ao longo de 2015", afirma texto da Associação. 

Em julho, a
captação líquida foi negativa em R$ 2,4 bilhões. Resultado, entretanto, é
o melhor em todo o ano de 2015, o que pode ser atribuído à
sazonalidade, de acordo com a ABECIP. "Em julho, parte dos assalariados
tem férias contratuais, acompanhadas de antecipação de salário e de
recebimento de metade do 13º salário, com impacto positivo na captação
do SBPE", explica.

Entre janeiro e julho deste ano, a captação líquida das cadernetas de
poupança foi negativa em R$ 38,5 bilhões, resultando em queda nominal
dos saldos de R$ 17,7 bilhões. Já na comparação entre julho e junho, o
saldo aumentou 0,17% e, em relação a julho de 2014, cresceu 1,8%, em
decorrência do crédito dos rendimentos.

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